quarta-feira, 12 de julho de 2017

Um Lugar na Janela, de Martha Medeiros

SINOPSE: Em Um Lugar na Janela, a cronista Martha Medeiros abre espaço para a viajante. Aqui não há nada inventado, tudo aconteceu de verdade: as melhores lembranças, as grandes furadas ainda em tempos pré-internet, as paisagens de tirar o fôlego. A autora de Feliz por nada compartilha com seus leitores as mais afetuosas memórias de viagens feitas em várias épocas da vida, aos vinte e poucos anos e sem grana, depois, já mais estruturada, mas com o mesmo espírito aventureiro, e com diversos acompanhantes: as amigas, o marido, as filhas, o namorado, não importa a companhia, vale até mesmo viajar sozinha.
Com o mesmo estilo pessoal das crônicas, MarthaMedeiros transmite aquilo que de melhor se leva de uma viagem: as recordações. É como deixar-se perder num lugar novo – pode ser uma mochilagem pela Europa, uma aventura em Machu Picchu, uma temporada no Chile, poucos dias no Japão – para depois se reencontrar consigo mesma.
Um lugar na janela é um convite para deixar de lado a comodidade do sofá, as defesas e embarcar junto com Martha. O bom viajante é aquele que está aberto a imprevistos, ou seja, a viver.

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Nunca havia lido um livro da Martha Medeiros, quando comprei, achei que era um livro ficcional (aquelas que não leem descrições, nem nada haha). Talvez tenha sido um pequeno erro meu comprar ele como primeiro livro. Gostaria de ter lido um livro de ficção, mas não quer dizer que não gostei desse livro.
Em "Um Lugar na Janela", Martha Medeiros relata suas aventuras de viagem por quase todo o mundo. São tantas histórias que se precisou algo mais que um diário. para contar tudo.
Martha visita lugares como Roma, Tóquio, Chile, Nova York... relata suas histórias engraçadas de iniciante e conta o que fazer e o que não fazer nos lugares que visita.
Apesar de não ser um livro de ficção ou um romancezinho como eu queria, esse livro aguçou minha vontade de viajar e conhecer outras culturas.

"Conhecer, descobrir, avançar, aprender: verbos que, de certa forma, me definem, todos relacionados com o exercício da liberdade."

quinta-feira, 15 de junho de 2017

O Aeronauta, de Cecília Meireles

SINOPSE: Publicado originalmente em 1952 como um apêndice aos poemas de Doze noturnos da Holanda, O aeronauta recebe pela primeira vez o devido destaque, em edição independente publicada pela Global Editora. Com onze poemas com a inconfundível e inigualável característica da poesia de Cecília Meireles, o livro foi inspirado por uma viagem aérea da autora à Europa. Em O aeronauta, Cecília retoma certas linhas temáticas de Viagem, livro publicado em 1939 que a consagrou entre as principais vozes da poesia em língua portuguesa. Mais uma vez temos a poeta viajante, que segura o leitor pela mão para uma inédita experiência de viagem aérea, ligada aos mistérios que regem nossa condição humana e terrestre. Na apresentação dessa edição, Ivo Barroso afirma que Cecília Meireles atinge momentos de absoluta cristalinidade, de autêntica “poesia pura”. “O aeronauta revela uma conquista ao mesmo tempo pessoal e poética da autora, no sentido de atingir uma poesia ainda mais sutil, mais etérea do que a encontrada em seus livros anteriores, como, em especial, Viagem”, escreve.

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O Aeronauta reúne onze poemas onde a viagem aérea é apresentada em todos eles.
Cecília relata de uma forma simples e poética a partida, a viagem e também um pouco da chegada.

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"A temática de O Aeronauta exige – ousamos dizer – uma unidade, um uniforme, um traje especial que caracterize essa viagem de volta de dentro de si mesma depois de experimentar uma nova dimensão existencial. Cecília domou seu medo e, mais que isso, transformou-o em fruição, em experiência, em mergulho e emersão, fazendo tudo isto espelhar num verso cada vez mais trabalhado, mais técnico, mais submisso à sua capacidade de exprimir condições especiais de existência." - Ivo Barroso

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Poesias simples e fáceis de se ler, devorei o livro em poucos minutos. Recomendo para quem gosta de simplicidade e singeleza.

domingo, 16 de abril de 2017

Filosofias Baratas Me São As Mais Caras, de Orlando Pedroso

SINOPSE: Com frases carregadas de expressões e de emoções que revelam um humor sagaz, o autor convida o leitor não a uma, mas a várias leituras. Com traços simples, originais e bem humorados, essa obra surpreende porque não segue um caminho definido; desconcerta, porque coloca o leitor diante de situações que exigem diferentes olhares; e convida a várias leituras porque provoca interpretações diversas. “Ao contrário do que possa parecer, esse é um livro de texto, não de desenhos, que considero somente penduricalhos para enfeitar as páginas”, comenta Orlando. Aliás, segundo o autor, o título da obra “é um jogo de palavras dos mais canastrões e que reflete sua preocupação literária, sem levar em conta seu formalismo”. São jogos de palavras, duplos-sentidos, rimas pobres e hai-kais sem métrica. Por isso tão divertido. Nessa obra, Orlando apresenta um convite ao leitor para mergulhar nessas páginas e encontrar a sua maneira de interpretar situações inesperadas e surpreendentes. “O humor é aquela experiência que consegue tirar qualquer pessoa de seu eixo. Ele proporciona um novo olhar para a vida. Algumas gotinhas todos os dias e, adeus remédios!”, brinca Orlando.

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sábado, 25 de março de 2017

Paixão e Crime, de João Paulo Balbino

SINOPSE: Paixão e Crime. Duas palavras distintas, porém tão próximas. Não seria surpresa se você conhecesse ao menos uma história envolvendo ambas. Mas qual o elo entre elas? E quais barreiras morais uma pessoa seria capaz de transgredir por uma paixão? Sara – renomada psicóloga – ao manter um caso às escondidas com o namorado de sua paciente, jamais imaginaria que ele seria misteriosamente assassinado, o que a coloca em um dilema: contar o segredo e destruir sua carreira de sucesso, ou ficar em silêncio e despontar como a principal suspeita? Já Helena, serial killer que ganha a vida se prostituindo, descobre que sua última vítima mortal parece estar viva. Mas como?
Protagonistas de um dos trabalhos mais elogiados do escritor João Paulo Balbino, essas são duas das quatro personagens cujas histórias se interligam de forma surpreendente no decorrer de Paixão e Crime, desafiando a capacidade investigativa do leitor. Após sucesso na Amazon com o título Relatos de Paixões & Crimes, a obra recebe agora uma versão impressa, reeditada e ampliada.

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Paixão e Crime é a junção de quatro histórias intrigantes que se interligam.
A história começa com um ex-policial, que guarda fitas com depoimentos de crimes salvos.
A primeira história, "Dilema da Morte", conta com uma psicóloga que mantém um relacionamento com o namorado de uma paciente, que acaba sendo assassinado. Esse relacionamento escondido pode acabar com sua carreira, e eu não sosseguei enquanto não li o desfecho dessa história haha.
Em "Misterioso homem em minhas fotos", uma moça contrata um detetive para investigar a vida de um homem que conheceu na internet e acaba descobrindo que tem um stalker.
"Helena F. - Prostituta e Serial Killer", Helena é uma serial killer de clientes, ela tem sua liberdade ameaçada quando descobre que uma de suas vítimas está viva.
E "Proposta Indecente", conta a história de um homem que é induzido a cometer um assassinato em nome do amor.

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Os relatos são curtos, tanto que o livro não tem nem 200 páginas, mas as histórias são bem detalhadas. O livro me prendeu do início ao fim! Gostei da escrita do autor e já espero ansiosamente os próximos livros.

quinta-feira, 16 de março de 2017

Outros jeitos de usar a boca, de Rupi Kaur

SINOPSE: Maior fenômeno de poesia dos EUA na última década, há mais de 40 semanas no topo das listas de best-sellers. “Outros jeitos de usar a boca” é um livro de poemas sobre a sobrevivência. Sobre a experiência de violência, o abuso, o amor, a perda e a feminilidade. O volume é dividido em quatro partes, e cada uma delas serve a um propósito diferente. Lida com um tipo diferente de dor. Cura uma mágoa diferente. Outros jeitos de usar a boca transporta o leitor por uma jornada pelos momentos mais amargos da vida e encontra uma maneira de tirar delicadeza deles. Publicado inicialmente de forma independente por Rupi Kaur, poeta, artista plástica e performer canadense nascida na Índia – e que também assina as ilustrações presentes neste volume –, o livro se tornou o maior fenômeno do gênero nos últimos anos nos Estados Unidos, com mais de 1 milhão de exemplares vendidos.

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Milk and Honey, recebeu no Brasil o título "Outros jeitos de usar a boca", foi escrito por Rupi Kaur, que ganhou destaque ao publicar suas autorias em suas redes sociais.
O livro é dividido em quatro partes: dor, amor, ruptura e cura. Mostrando todo o empoderamento feminino em cada uma delas.

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NO INSTAGRAM: @RUNFFE


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