quinta-feira, 24 de abril de 2014

Resenha: O Exorcista




O Exorcista foi publicado em 1971 por William Peter Blatty.
Inspirado em uma matéria sobre o exorcismo de Ronald, um garoto de 14 anos.


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O livro é dividido em quatro partes, de treze capítulos.
Ao contrário do que muitos pensam, o enredo do livro é mais voltado pro gênero policial do que pro terror.
Nunca tinha lido um livro do gênero, mas gostei bastante e entrou para os meus favoritos!


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Chris MacNeil é atriz, e mãe de Regan, uma menina de 11 anos.
Chris está filmando em Georgetown, e sofre com as inesperadas mudanças de comportamento de sua filha.
Regan passa por vários exames médicos, psicólogos, psiquiatras, e quando se dá conta que Regan piora a cada dia que passa, acabam concluindo que pode se tratar de uma nova personalidade demoníaca.


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Chris procura ajuda da igreja, e acaba encontrando Karras, um padre com a fé abalada desde a morte de sua mãe.
No começo, Karras não acredita que Regan possa estar possuída pelo demônio, mas mesmo assim procura fazer vários testes. Quando não se sabe mais o que pode ser feito, pede permissão à superiores para realizar um exorcismo.
Karras recebe ajuda de um padre experiente, Merrin. Conhecido por ter realizado outro exorcismo (e sobrevivido).


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Além da história que todos já conhecem, o livro retrata hipóteses médicas, e muita investigação.

Um comentário:

  1. Um comentário, gostei da crítica mas ficou despercebido algo muito importante que o livro aborda: Questões sociais. Como o mendigo no metro com o Padre Karras, as insinuações homossexuais do padre Dyer e principalmente: Chris ser uma mulher independente e bem sucedida principalmente em se tratando da timeline em que o livro fora publicado. Narrativa envolvente e viciante, um dos melhores livros que eu já li sem sombras de dúvidas!!!

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