segunda-feira, 24 de novembro de 2014

RESENHA: O Suicida Feliz

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Escrito por Paulo Nogueira, o livro relata histórias de vidas anônimas. Um redator de programa humorístico, que não mais ri. Um cabeleireiro, uma mãe com depressão pós-parto, uma recém-nascida com síndrome de down, uma diretora de programação, e um corpo abandonado no asfalto logo no primeiro capítulo.
O autor conta a angústia de cada uma dessas personalidades.

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"Sabe, diário, chega um dia, por volta dos quarenta, que não adianta mais fazer de conta. Porra, para que mentir? A gente sabe que, seja como for, é inútil - não vai mesmo ser feliz. Que não construirá aquela pirâmide. Que não amará e muito menos será amado por uma Helena de Tróia ou uma Dulcinéia del Toboso. Que não descerá as cataratas do Niágara num barril. Bem, para esta última proeza eu ainda vou a tempo. Mas quem disse que me apetece?"

O autor conta cada história com um pouco de sarcasmo, e faz uma crítica aos meios de comunicação e a sociedade moderna.
Os personagens estão juntos e separados ao mesmo tempo, e o enlace trás um final surpreendente.

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